Coletivo

O que queremos?

Liberdade. Ensinar. Aprender. Compartilhar. Aprender Ensinando. Documentar. Difundir e estimular o uso do GNU/Linux/Software Livre.

O que não queremos?

Questionamos a necessidade da colocação de certos princípios, pois compreendemos que a sedução da proibição pode ser atraente. Mas compreendemos a Xanta como um espaço colaborativo e onde as pessoas se sentem a vontade, inclusive, de falar seus desejos mais profundos de corromper as normas definidas em qualquer lugar. Além de estarmos sempre sujeitas/os a mudanças.

Sendo que:

A gente não quer nada comercial. Não queremos ataques, para não compreender a integridade física da máquina. Queremos pornografia? Queremos pornografia anti-hegemônica e materiais produzidos por nós mesmos/as.

Talvez a inclusão de não-comercial, inclui o uso de pornografia diriamos comercial.

Licença

Creative Commons ou CopyLeft? Não queremos CopyRight. Não vamos assumir isso como uma obrigação, mas vamos adotar isso como um critério nosso, como um estimulo aos outros grupos amigos/as e hospedados. Sabemos que as ferramentas hoje livres estão e podem estar sendo cooptadas e apropriadas pelo sistema capitalista, dessa forma, queremos nos aprofundar nessa discussão.

Gostaríamos que os serviços que oferecemos tenham autonomia. Exemplo: Servimos hospedagem para determinado Movimento Social, mas queremos que esse Movimento Social tenha a possibilidade de autonomia técnica para usar seu próprio site. Sabemos que nem todo o grupo vai ter disponibilidade de participar da Xanta e aprender a Administrar uma Wiki ou um CMS, mas gostaríamos que hajam pessoas que participem disso e estamos dispostos/as a ajudar também nesse sentido.

Vínculos

Qual relação queremos manter com a UFG? Nenhuma. Na reunião, voluntárias e voluntários discutiram algum tempo sobre isso, achamos que podemos ter uma relação de camaradagem com a UFG, mas não coisas realmente formalizada. Tendo em vista que a partir do momento que formalizamos qualquer tipo de relação com a UFG o projeto, tanto quanto a máquina servidora, passa a ser da Universidade e não do coletivo.